No mais das vezes, Sessyllya descobria que tudo é espelho, embora nesses momentos sempre decidisse abandonar a vaidade e, até mesmo, quebrar aqueles que mostrassem os detalhes muito explícitos.
Muitas vezes, a grandeza de mares e águas não passava de coisa alguma se colocada perto a uma lágrima com dor. Outras vezes, nem toda a luminescência de estrelas era capaz de ofuscar o brilho de alegria num olhar que fosse sinceridade qualquer.
Certas vezes, única ação possível era simplesmente respirar com as funduras de todos os órgãos, relaxar os músculos e líquidos do corpo e deixar de sofrer diante da impossibilidade do que mais seja.
Às vezes, quaisquer teorias relativas e fenômenos concretamente meta-alternativos sucumbiam perante a maravilhosa e incompreensível manifestação do tempo – que é mistério íntegro.
Havia as vezes em que decidia, apenas e tão somente, desistir.
Tinha vez que mil palavras valiam menos que titica de calango no meio do cerrado, enquanto uma imagem valia o extravaso de tudo o que poderia ser dito.
Toda vez que pensava isso, Sessyllya sabia que haveria tudo mais uma vez.
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